Caros amigos, mais um espaço para a discussão de temas relevantes sobre a sociedade está no ar. O site Geógrafos sem fronteiras, ligado ao Instituto Exitus, disponibiliza seu espaço para artigos pequenos que tratem da geograficidade dos fenômenos sociais. Segue o convite...
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Prezados,
Vamos deixar as diferenças de lado e nos unir para mostrar a sociedade a importância da nossa profissão e o orgulho que temos dela. Quero convidar cada um de vocês a enviar seus artigos ao GSF até o dia 15 de maio. São artigos pequenos, voltados para o público em geral, com máximo de 6.000 caracteres, nos moldes de artigos publicados em jornais. O GSF quer se tornar referência para todas as pessoas, incluindo a imprensa, que procuram por um nível de informação e análise que não se encontra na maior parte dos jornais. Informações e análises sobre temas atuais, sejam eles ambientais, políticos ou sociais, sob o olhar diferenciado dos geógrafos.
Muitos de vocês escrevem e-mails com mais de 6.000 caracteres. Estamos oferecendo o espaço. Só depende de cada um de vocês e de todos nós, juntos, tornar este espaço uma referência. A geografia não está em crise, alguns geógrafos é que estão.
Estamos preparando um site digno de orgulho para todos os geógrafos que será inaugurado no Dia do Geógrafo (29 de maio).
Nosso site temporário é: www.gsf.org.br
Att.
Victor Barone
Geógrafo
Coordenador Geral do GSF
domingo, 10 de maio de 2009
Geógrafos sem fronteiras
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Roteiros Geográficos do Rio de Janeiro
Tradicionalmente, o Nepec (Núcleo de Estudos e Pesquisas Sobre Espaço e Cultura), vinculado a Uerj, realiza sob a Coordenação do Prof. João Baptista Ferreira de Mello, Roteiros Geográficos na cidade do Rio de Janeiro. Em janeiro alguns desses roteiros serão realizados pelo centro da cidade. Aproveite!!!
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16/01/2009
9 : 30 da Manhã
Ecos Da Cultura Na Cidade Nova E Na Praça Onze Dos Bambas Do Samba
Encontro: Estação Do Metrô Estácio/Rio-Cidade Nova (Saída Para O Centro Administrativo São Sebastião Do Rio De Janeiro, Popularmente Conhecido Como "Piranhão") (Roteiro A Pé - Grátis)
Término Por Volta Do Meio-Dia.
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18/01/2009
9:55 da Manhã
(Re)Conhecendo O Centro Do Rio A Pé
Ponto De Encontro: Adro Mosteiro De São Bento (Rua Dom Gerardo 40)
Roteiro: Mosteiro De São Bento (Assiste-Se A Cinco Minutos Da Missa Com Cantos Gregorianos), Vista Panorâmica Da Área Portuária E Baía De Guanabara, Av. Rio Branco, Rua Teófilo Otoni, Av, Presidente Vargas, Igreja Nossa Senhora Da Candelária (Visita), Centro Cultural Banco Do Brasil (Intervalo De 15 Minutos), Centro Histórico Beira-Mar, Rua Buenos Aires, Beco Das Cancelas, Rua Do Ouvidor, Travessa Do Comércio/ Sobrado De Aurora E Cármen Miranda, Praça Xv, Paço Imperial E De Isabel De Orleans E Bragança (Somente Maquete Do Centro Do Rio), Palácio Tiradentes, Rua São José, Almoço (Cinelândia, Por Volta Das 13:30), Cinelândia De Arrojado Conjunto Arquitônico , Catedral Metropolitana De São Sebastião Do Rio De Janeiro (Visita), Museu Nacional De Belas Artes (Visita).
Término Por Volta Das 16 Horas.
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22/01/2009
20:30
Roteiro Noturno No Centro Do Rio A Pé
Encontro No Adro Da Catedral Presbiteriana
(Na Confluência Da Praça Tiradentes Com As Ruas Da Carioca E Silva Jardim)
Iluminados Prédios Da Catedral Evangélica Do Rio De Janeiro (Visita) E Real Gabinete Português De Leitura - Igreja Nossa Senhora Da Lampadosa (E Da Última Missa De Tiradentes) - Av. Passos - Território Da "Daspu" - Praça Tiradentes Dos Teatros Seculares E Dos Modernos Hotéis - Rua Da Constituição - Gomes Freire Dos Hotéis De Alta Rotatividade - Lavradio Dos Antiquários E Casas De Shows De Iluminação Mutante - Esplanada De Santo Antonio - Largo Braguinha - Mem De Sá Dos Sobrados Exuberantes, Samba De Raiz, Marchinhas, Mambo, Funk, Rock, Travestis E Mitológica Malandragem - Seculares E Simbólicos Arcos Da Lapa - Rua Joaquim Silva - Escadaria Selaron - Largo Nelson Gonçalves - Sala Cecília Meireles
Término Por Volta De Meia Noite Em Tempo De Se Embarcar No Metrô Ou De Saborear Uma Pizza Na Lapa
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29/01/2009
20:30
Roteiro Noturno No Centro Do Rio A Pé
Encontro No Adro Da Catedral Presbiteriana
(Na Confluência Da Praça Tiradentes Com As Ruas Da Carioca E Silva Jardim)
Dia 29 De Janeiro De 2009 - Quinta-Feira - 20 Horas E 30 Minutos
Roteiro:
Iluminados Prédios Da Catedral Evangélica Do Rio De Janeiro (Visita) E Real Gabinete Português De Leitura - Igreja Nossa Senhora Da Lampadosa (E Da Última Missa De Tiradentes) - Av. Passos - Território Da "Daspu" - Praça Tiradentes Dos Teatros Seculares E Dos Modernos Hotéis - Rua Da Constituição - Gomes Freire Dos Hotéis De Alta Rotatividade - Lavradio Dos Antiquários E Casas De Shows De Iluminação Mutante - Esplanada De Santo Antonio - Largo Braguinha - Mem De Sá Dos Sobrados Exuberantes, Samba De Raiz, Marchinhas, Mambo, Funk, Rock, Travestis E Mitológica Malandragem - Seculares E Simbólicos Arcos Da Lapa - Rua Joaquim Silva - Escadaria Selaron - Largo Nelson Gonçalves - Sala Cecília Meireles
Término Por Volta De Meia Noite Em Tempo De Se Embarcar No Metrô Ou De Saborear Uma Pizza Na Lapa
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Realização:
Nepec (Núcleo De Estudos E Pesquisas Sobre Espaço E Cultura)
Departamento De Geografia Humana - Instituto De Geografia / Ctc
Uerj (Universidade Do Estado Do Rio De Janeiro).
Informações e Inscrições:
roteirosgeorio@uol.com.br ou celular: 8871 7238
Grátis (Cada Roteiro Limitado A 60 Participantes).
Com Tempo Chuvoso, Roteiro Adiado.
Coordenação: Prof. Dr. João Baptista Ferreira De Mello.
Bolsistas: Ivo Venerotti, Melissa Anjos e Olga Maíra Figueiredo.
sábado, 10 de janeiro de 2009
650 milhões de anos em 80... segundos
Durante algum tempo eu procurei vídeos como este abaixo. Muito didáticos para explicar a tectônica de placas nas aulas de geografia, mas nunca tinha achado nada do tipo. Ainda mais com previsão futurísticas...
domingo, 21 de dezembro de 2008
A Paisagem Cultural em Duas Versões: a escola de Berkeley e a geografia cultural renovada
A despeito de todas as críticas e discordâncias, parece consenso entre os geógrafos a importância da paisagem na geografia. O fato de a mesma ser estudada pela geografia desde o seu princípio reforça esse consenso. Ainda assim, por muito tempo sua conceitualização foi banalizada ou ignorada por muitos, mesmo na geografia humana, que se baseia nela como conceito-chave. Somente quando sua forte ligação com outro conceito de igual importância para geógrafos, a cultura, vem à tona, é que a paisagem começa a ganhar certo destaque nos debates geográficos. Pois, foi na busca da definição da cultura que novas formas de entender a paisagem foram surgindo, e com ela a própria geografia cultural passou a ter maior destaque no âmbito da ciência geográfica.
O objetivo proposto com esse estudo, portanto, está em evidenciar a importância que os conceitos de paisagem, e antes dele o de cultura, exercem na geografia cultural. Propõe-se aqui também debater como a visão de cultura de uma Escola geográfica afeta diretamente a forma como trabalhamos suas paisagens, debate esse evidenciado através de um paralelo traçado entre as duas maiores Escolas de geografia cultural da atualidade.
Nas páginas a seguir, veremos como esses debates surgiram no século XX, e suas repercussões na ciência geográfica através dos estudos feitos por Carl O. Sauer e Denis Cosgrove, geógrafos que se tornaram referência nas duas principais Escolas de geografia cultural recentes. Privilegiar-se-à, portanto, o debate entre a Escola de Berkeley e a denominada Geografia Cultural Renovada, em especial sobre os temas de cultura e paisagem adotados pelos dois lados.
Palavras-chave: paisagem, cultura, geografia
Como citar este texto:
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Geografia: pequena história crítica
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
A espacialidade dos quadrinhos
Marcos Paulo Ferreira de Góis
marcosruler@gmail.com
Este breve ensaio refere-se a um exercício de interpretação livre dos pressupostos teóricos para a geografia enunciados por Milton Santos em seu livro basilar A Natureza do Espaço (1996). O presente refere-se a um capítulo em particular de seu livro, justo aquele no qual o autor tenta estabelecer uma definição do que, afinal, trataria a ciência geográfica, a partir da demarcação do objeto de interesse dos geógrafos: o espaço. Milton Santos propõe que a geografia “cabe estudar o conjunto indissociável de sistemas de objetos e sistemas de ação que formam o espaço” (p.62), ocorre que esse estudo deve compreender a dimensão dialógica entre os dois sistemas, sua interação e influências mútuas. Obviamente, o autor faz alusão a relações sociais mais óbvias que possuem uma dimensão espacial mais evidente, porque percorrida por certo grau de materialidade.
O que se propõe neste ensaio é adaptar os pressupostos basilares da ciência geográfica enunciados por Milton Santos à forma de expressão gráfica popularmente chamada de quadrinhos. Antes, faz-se necessário discorrer sobre o que é um sistema de objetos e o que é um sistema de ação, em separado, para posteriormente reuní-los em torno de um método geográfico eficiente. Isto se dará com a injunção de exemplos oriundos do universo quadrinhográfico.
Primeiramente, um objeto seria aquilo “que o homem utiliza em sua vida cotidiana, ultrapassa o quadro doméstico e, aparecendo como utensílio, também constitui um símbolo, um signo” (p.66). O que representa um objeto é bem mais que a sua simples existência, enquanto materialidade. Este precisa que lhe seja emprestada uma função e que lhe seja empregada uma ação para que se constitua enquanto parte de um sistema propriamente dito. A cada época novos modelos são criados, o que influencia diretamente nas funções e nas ações empreendidas sobre os objetos, assim como, no aspecto significacional que são atribuídos aos objetos.
Em histórias em quadrinhos há uma grande variedade de objetos figurados em cenas seqüenciadas. Estes objetos não estão colocados lá de forma arbitrária, pelo contrário, eles se constituem enquanto formas de comunicação que representam os conceitos construídos pelos seres humanos. O que formalmente não poderia se alegar é que a afirmativa possa ser generalizada, pois tantos são os estilos quanto são as possibilidades de representar o real em histórias em quadrinhos. Apenas em um quadro geral afirmaría-se que há nos objetos desenhados em seqüências sobre o papel cru uma dimensão espacial fundadora ao prenunciar suas funções e insinuar comportamentos.
A ação, preconizava Milton Santos, está “subordinada a normas, escritas ou não, formais ou informais e a realização do propósito reclama sempre um gasto de energia” (p.78). Essas ações precedem de algum planejamento, salvo, entretanto, que freqüentemente não há uma clareza em nossas ações, reveladas pelos impulsos para agir. “A ação é o próprio do homem. Só homem tem ação, porque só ele tem objetivo, finalidade. A natureza não tem ação porque ela é cega, não tem futuro” (p.82). As ações estão pautadas na observância do contexto social, nos limites e possibilidades que são postas à disposição dos atores sociais, veículos da ação. Mas são as “ações que, em última análise, definem os objetos, dando-lhes um sentido” (p.86) e não o contrário, mesmo que alguns objetos já “nasçam” com funções determinadas, eles só poderão exercer suas funções se houver uma ação e um veículo da ação.
A interação constante entre objeto e ação constrói a dinâmica espacial da sociedade. De maneira similar, nas histórias em quadrinhos as ações são proporcionadas pelas escolhas estratégicas, mais ou menos planejadas, dos personagens (atores – veículos da ação) sobre algum substrato referencial. Esse substrato é fruto dos inter-relacionamentos entre objetos e ações dotados de alguma intencionalidade.
Não haveria melhor exemplo nas histórias em quadrinhos do que o Homem-Aranha. Seu personagem principal, um ser humano dotado de poderes fantásticos adquiridos através de uma picada de uma aranha geneticamente modificada, possui as qualidades de uma aranha em um corpo de adolescente comum. Suas capacidades são elevadas, podendo escalar paredes, saltar entre prédios e se deslocar através da cidade com a seda de suas teias. Aliás, há que se demarcar que seus feitos aparentemente extraordinários estão inseridos, na realidade, em contextos ordinários. Antes de tudo porque suas ações estão inscritas nas possibilidades de atuar sobre o substrato referencial. Se este substrato é a cidade, como no caso do Homem-Aranha, ela deve se constituir de objetos que sejam suficientemente simbólicos para os leitores, na medida em que eles possam decifrar em qual cenário a história se desenvolve. Mas esta mesma cidade é constituída de ações que trazem sentido a existência (presença) desses objetos. A cidade de Nova Iorque do Homem-Aranha é a mesma de Peter Parker, sua auto-imagem de cidadão comum. A cidade de Peter Parker é a cidade comum, do cotidiano dos homens comuns, das relações típicas de grandes cidades. As ações e os objetos são figurações capazes de gerar nos leitores certa capacidade de identificação (prédios altos, veículos particulares, pessoas de terno etc.). O que se admite que gere a possibilidade de as histórias serem “percorridas” com entusiasmo. Por outro lado, a mesma cidade possuiria contornos diferentes a partir da inserção de uma outra lógica, a do ser fantástico. Isto gera uma perguntar fundamental: qual seria a importância dos poderes de Homem-Aranha fora do contexto social de uma grande cidade como Nova Iorque? talvez não haveria importância nenhuma, afinal. Stan Lee, autor das histórias de Homem-Aranha, intencionalmente produziu um quadrinho em que o personagem encontra-se “preso” a realidade de seu cenário. Os poderes de Homem-Aranha somente são de alguma valia na luta contra seus inimigos porque estes se concentram em ações na cidade grande, ou ainda, na metrópole. Na mesma metrópole que concentra problemas de ordem mundial.
Ao voltar a Milton Santos revela-se, cabalmente, essa relação fundamental entre espaço e sociedade: “Há, em cada momento, uma relação entre o valor da ação e o valor do lugar onde ela se realiza; sem isso, todos os lugares teriam o mesmo valor de uso e o mesmo valor de troca, valores que não seriam afetados pelo movimento da história” (p.86). Não há dúvidas que essa acertiva se dirigisse a relações sociais do “mundo real”, mas creio ter demonstrado que a dimensão espacial da sociedade, construída através do diálogo entre sistema de objetos e de sistema de ação, possui um alcance tão elevado que poderia até mesmo se admitir que essa dimensão recobre não somente a materialidade da vida como também os processos de criação do imaginário social.
REFERÊNCIAS
SANTOS, Milton. A Natureza do Espaço. São Paulo: Edusp, 2008.
domingo, 14 de setembro de 2008
Turismo e espaço - e-book
Autoria de Adyr Balastreri Rodrigues.
Os ensaios reunidos neste livro foram apresentados em diversos eventos acadêmicos e publicados em livros e periódicos especializados. Estes ensaios abarcam questões relativas a espacialidade do turismo e sua dimensão geográfica. Constitui-se como referência fundamental para estudiosos do turismo de áreas afins como Geografia, Urbanismo e Arquitetura, Sociologia, Economia e Antropologia, além de áreas afins e interessados em geral sobre a temática.
Baixar conhecimento!
Como citar este e-book:
RODRIGUES, A.B. Turismo e Espaço: rumo a um conhecimento transdisciplinar. São Paulo: Hucitec, 1999. 2ª ed.
Disponível em: minervamutante.blogspot.com
Lembre-se sempre de citar as informações coletadas nos e-books.
Somente disponibilizamos as edições esgotadas nas editoras.
Boa leitura, até!!!
sábado, 17 de maio de 2008
UM OLHAR GEOGRÁFICO SOBRE A OBRA LITERÁRIA VIDAS SECAS
Título: Um Olhar Geográfico Sobre a Obra Literária Vidas Secas.
Autoria de Gutemberg Louzeiro Pontes
Resumo:
A visão e noção que se tem do sertão, recorte espacial a ser analisado neste trabalho, é de total miséria, desprezo e descaso. Porém este recorte tem lá sua importância, seja no sentido de preservar a identidade do sertanejo, os desmandos das oligarquias coronelistas e caudilhistas que o povoaram e povoam.
Faremos uma análise geofísica e geohistórica, como o desbravamento nos primórdios de sua história, quando da sua ocupação por vaqueiros e sertanejos, até algumas questões que fundam da idéia de sertão, como o movimento do cangaço, coronelismo e messianismo.
Como citar este texto:
PONTES, Gutemberg Louzeiro. Um Olhar Geográfico Sobre a Obra Literária Vidas Secas. Rio de Janeiro: FIC-RJ, 2007. Mimeo.
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terça-feira, 18 de março de 2008
A Geografia em Quadrinhos: uma análise dos elementos sócio-espaciais que compõem a imagem da cidade presente no universo quadrinhográfico
A Geografia em Quadrinhos: uma análise dos elementos sócio-espaciais que compõem a imagem da cidade presente no universo quadrinhográfico.
Autoria de Marcos Paulo Ferreira de GóisRESUMO:
Este trabalho tem como meta principal estudar a geografia das imagens figuradas nas histórias em quadrinhos. Essa forma de se contar histórias, existente há mais de cem anos, possui a peculiaridade de narrar ações através de imagens de seres e objetos ao longo de quadros dispostos seqüencialmente. Cada quadro encerra uma paisagem rica em representações de objetos como casas, prédios, ruas e pessoas. Acredita-se que os objetos figurados nos quadros de uma história em quadrinhos mantêm relações de significação entre eles e que, além disso, os personagens de histórias constroem suas ações em relação ao espaço no qual estão estabelecidos.
Para apreender as relações que existem entre personagens e seu espaço de ação nas histórias em quadrinhos faz-se crucial a compreensão dos elementos que compõem o seu universo, os quais serão subdivididos aqui em elementos técnicos e elementos figurativos. Posteriormente, pretende-se, a partir da análise de algumas histórias, realizar considerações gerais acerca da cidade representada nos quadrinhos. Relações entre o tipo, o tamanho e o caráter simbólico de tais cidades serão investigadas através de algumas histórias presentes no universo dos quadrinhos.
Espera-se que este trabalho possa contribuir para o enriquecimento do temário geográfico e dos questionamentos sobre a imagem e as histórias em quadrinhos na perspectiva da interpretação dos significados expostos na representação gráfica que consiste as histórias em quadrinhos.
Como citar este texto:
GÓIS, Marcos Paulo Ferreira. A Geografia em Quadrinhos: uma análise dos elementos sócio-espaciais que compõem a imagem da cidade presente no universo quadrinhográfico. 2008. Monografia (Bacharelado em Geografia), Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008,74p.
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Até! Leia Mais…
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Depósitos Quaternários e Manejo de Recursos Naturais na Bacia do Guandu - RJ
Autoria de Simone Lisboa dos Santos da Silva
RESUMO:
A temática ambiental tem figurado como questão prioritária tanto no âmbito técnico-científico quanto no político. Surgindo com isto novas demandas por estudos sobre as dinâmicas ambientais, sobretudo aquelas relacionadas ao entendimento da evolução da paisagem nas últimas dezenas de milhares de anos, que corresponde ao Período Geológico Quaternário. Tendo isto em vista, a presente monografia versa sobre o manejo dos recursos naturais dos depósitos quaternários em ambiente de sedimentação fluvial e flúvio-marinha referentes aos depósitos arenosos, os quais são explorados para a indústria de construção civil. Tal discussão tem como objetivo geral analisar as alterações ambientais ocorridas na Bacia do Rio Guandu, principal área fornecedora de areia para a Região Metropolitana do Rio de Janeiro; além de questionar sobre as propostas de recuperação ambiental para áreas nas quais a exploração tenha cessado e sobre a possibilidade de implantação desta atividade em novas áreas.
Sendo assim, o trabalho estrutura-se da seguinte forma: apresenta-se uma revisão teórico-conceitual para esclarecer sobre as principais formulações teóricas abordadas; seguida de uma contextualização geomorfológica da bacia, aliando a perspectiva temporal à espacial; partindo então a um breve levantamento de usos de solo; por fim temos um panorama geral sobre a atual situação ambiental da bacia do Guandu e as perspectivas de recuperação ambiental, bem como sobre a necessidade de indicação de novas áreas de produção de areia devido à expectativa de restrições na produção da atual área fornecedora.
Como citar este texto:
SILVA, Simone Lisboa Santos. Depósitos Quaternários e Manejo de Recursos Naturais na Bacia do Guandu – RJ. 2008. Monografia (Bacharelado em Geografia), Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008.
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Eventos de Meio-Ambiente e Ciências da Terra
Aproximando experiências para a sustentabilidade de um ambiente globalizadoDo 12 a 17 de maio de 2008 em Santa Maria, Rio Grande do Sul - Brasil
http://w3.ufsm.br/vslagf/index.php
Fórum Internacional do Meio Ambiente - A Conferência da Terra
Na cidade de João Pessoa - PB, Brasil, no período de 21 a 24 de maio de 2008.
http://gsplanejamentoambiental.com.br/conferenciadaterra/index.php
VII Simpósio Nacional de Geomorfologia
Data do Evento: 01 a 08 de Agosto de 2008
Local: Instituto de Geociências – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Campus Pampulha, Belo Horizonte-MG.
Promoção: Departamento de Geografia - Instituto de Geociências – IGC–UFMG
http://www.ufmg.br/sinageo/
Agradecimentos à Simone pela divulgação dos eventos.
Até!