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terça-feira, 18 de novembro de 2008

II ENCONTRO DE PRÁTICA DE ENSINO DE GEOGRAFIA DA UFRJ

II ENCONTRO DE PRÁTICA DE ENSINO DE GEOGRAFIA DA UFRJ

DIA 24/11/2008 - A PARTIR DE 15 HORAS

Auditório Prof. Manuel Maurício de Albuquerque (CFCH)

Avenida Pasteur, 250 (ao lado do Banco Real) - Urca – Rio de Janeiro.

 

PROGRAMAÇÃO:

15 às 17 horas

Mesa Redonda I: “Educação e Formação de Professores como campo de pesquisa”.

“A importância da pesquisa na formação docente”

Prof. Dr. Rafael Straforini (IGEO/UERJ).

“Sentidos da formação docente: perguntas sobre o manual do professor de Geografia”.

Prof. Msc. Ana Angelita Rocha (Rede Municipal de Educação - Duque de Caxias).

“Formação de Professores de Geografia: Perspectivas da Educação Superior a distância”

Prof. Msc. Marcio Berbat (FE/UFRJ).

17:15 às 18:15 horas

Homenagem aos professores co-orientadores do estágio supervisionado.

18:30 às 20:30 horas

Mesa Redonda II: “Inclusão e Práticas de Ensino de Geografia”.

“Ensino de Geografia na educação especial”

Prof.ª Luciana Arruda (Instituto Benjamin Constant - IBC).

“Ensino de Geografia no Brasil e as relações raciais”

Prof. Dr. Renato Emerson dos Santos (FFP/UERJ).

“Ensino de Geografia na Educação de Jovens e Adultos: dilemas e perspectivas”

Prof. Dr. Enio Serra (FE/UFRJ).


ORGANIZAÇÃO:

Prof. Enio Serra

Prof. Leonardo Neves

Prof. Márcio Berbat

Monitor Pedro Henrique Gomes

 

APOIO:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

CFCH - FE - DEPARTAMENTO DE DIDÁTICA

CCMN -  IGEO – DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

História das coisas

Desde a Revolução Industrial, a introdução de tecnologias cada vez mais modernas na indústria e na agricultura vem resultando na produção de volumes crescentes de mercadorias e de riquezas. Ao longo deste processo, a sociedade industrial adquiriu uma capacidade inédita de intervir sobre o meio ambiente, modificando-o e deles extraindo o máximo de recursos.
A exploração é cada vez mais veloz, o aproveitamento é cada vez mais fluído e programado e o descarte é cada vez mais inadequado. Fala-se em abandono da Sociedade Industrial, será motivo de Alegria! Sim, as formas alternativas tornaram-se hegemônicas! (...) Triste engano! (...) Não, companheiro! Vemos surgir uma nova fase da sociedade, ainda sem adjetivo, mas que mantêm a mesma proposta, o mesmo discurso e as mesmas práticas, nas quais se percebe o descompromisso com a humanidade e a natureza.
Qual o objetivo destas palavras? A todos e a todas, quero sugerir um pequeno vídeo sobre a produção e consumo dos recursos naturais no mundo contemporâneo. O vídeo é curtinho e bem agradável de assistir. Chama-se “A história das Coisas”, de Anne Leonard. Abaixo, todos podem assistir ou baixá-lo no endereço eletrônico indicado. Por fim, agradeço a Geórgia pela indicação.

Grande abraço, pH.
Google Vídeo:





You Tube - Versão legendada:

Primeira parte:




Segunda Parte:




Terceira Parte:




Este blog é um espaço de divulgação, mas com crítica. Veja o vídeo e tire suas conclusões. Depois discuta aqui!

Para baixá-lo, clique aqui.
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quinta-feira, 20 de março de 2008

Aulas sobre a história e cultura afro-brasileira e indígena passam a ser obrigatórias nas escolas

Publicada em 11/03/2008 às 18h57m

O Globo Online

RIO - Entrou em vigor, nesta terça-feira, a lei que torna obrigatórias as aulas de história e cultura afro-brasileira e indígena para alunos do ensino médio e fundamental de escolas públicas e particulares. A lei que fora sancionada nesta segunda-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, começou a valer nesta terça, com a publicação no Diário Oficial.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a nova disciplina será implementada gradualmente, dependendo para isso do desenvolvimento do material didático e da formação de professores capacitados para ministrar a matéria.

O conteúdo programático da disciplina incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil. Também será valorizado o papel do negro e do índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.

Segundo o MEC, a legislação anterior previa a obrigatoriedade do ensino sobre história e cultura afro-brasileira, mas não destacava a contribuição dos índios na formação social, econômica e política brasileira.

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